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Usando o Carinho & Aconchego Slings com segurança

Costuras: recomendamos que você faça uma vistoria de tempos em tempos nas costuras e no tecido. Como nossos slings são produzidos com tecidos 100% algodão, eles possuem fibras resistentes às lavagens e ao uso contínuo, mas, como qualquer bom tecido, existe o desgaste natural do tempo. Não custa prestar atenção.

Velcro: visando sempre a segurança e o bem estar do bebê e de quem o leva, os slings da Carinho & Aconchego são produzidos com velcro que suporta até 40kg. Mas isto não significa que o sling, em si, vá carregar este peso. O sling da Carinho & Aconchego é normalmente utilizado com bebês de até 4 anos ou até 20kg. Porém, isto não é uma regra. Você quem vai determinar se suporta ou não levar uma criança mais ou menos pesada.

Tecidos: como já dito anteriormente, utilizamos tecidos 100% algodão. A escolha do algodão deve-se ao nosso clima. O algodão absorve o suor da criança e tem uma fibra natural, de toque macio, que não pega fogo tão facilmente quanto um tecido sintético. Além de ser um tecido mais indicado para bebês por não provocar irritação. O que poderia acontecer com tecidos sintéticos.


Cuidado!

Não se aproxime de um fogão aceso com uma criança no Carinho & Aconchego Slings.

Cuidado ao descer escadas e mesmo ao caminhar. Lembre-se, sempre, que a criança está entre você e o mundo.

Ao inclinar-se para frente, segure o corpo do bebê. Cuidado com varandas!

Não manipule líquidos quentes, nem instrumentos afiados ou pontiagudos.

Não ande de bicicleta, nem substitua o cinto de segurança do carro pelo sling.

Certifique-se sempre de que o bebê está bem posicionado no Carinho & Aconchego Slings.

O conforto que um Carinho & Aconchego Slings oferece pode até dar a sensação de não estar carregando um bebezinho, portanto, muito cuidado com isso.

Lembre-se, sempre: seu bebê está entre você e o mundo e tudo o que você fizer merece atenção redobrada!

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Sling no programa Hoje em Dia da Record

Saiba como usar o carregador de bebês com segurança

Acessório ajuda a mãe a fazer outras atividades enquanto carrega o filho
Do R7
O sling, canguru ou carregador de bebês, deixa o bebê mais próximo da mãe, não sobrecarrega as costas e ainda deixa as mãos livres para outras tarefas. Aprenda a usar o tecido de forma segura e confortável no vídeo abaixo.






tabela_babySling

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Atenção! Mais sobre segurança!

 
Nos Estados Unidos circulou algumas notícias sobre mortes decorrentes ao uso de slings.
Na verdade foram mortes que ocorreram no uso dos “baby bags” mais conhecidos aqui no Brasil como “o sling da Claudia Leitte”. Sempre batíamos na tecla de que esse tipo de carregador não poderia ser considerado um sling, já que não permite o ajuste e a segurança que um sling de verdade proporciona. Mas muitos pais levados pela falsa segurança que um produto “hi tech” proporciona, acabam optando por esses “baby bags”.
Traduzi um artigo do site http://www.sleepingbaby.net que fala sobre essas notícias e deixa bem claro o porquê esses carregadores não são seguros. Segue o artigo:

Meu sling é seguro? – ou – Nem todos os carregadores são iguais!



Se você acompanhou os noticiários dos Estados Unidos por esses dias, sem dúvidas você viu muitas histórias sensacionalistas sobre so sling ser perigoso ou até mesmo mortal. Infelizmente existem carregadores de bebês que não são seguros, mas os meios de comunicação raramente são esclarecidos sobre as diferença entre os carregadores, então tudo fica focado em uma categoria “Oh meu Deus! Vai matar meu bebê!”. Bem, nós fabricamos slings desde 2000, e parte da comunidade de babywearing desde 2001, então estão aqui as coisas que aprendi.

O que faz um sling ser seguro?

 

Qualquer sling deve segurar seu bebê da mesma maneira que você seguraria em seus braços (os carregadores que usamos nas costas são uma exceção, a não ser que você tenha braços realmente flexíveis). Por exemplo, o sling de argola é geralmente usado com o bebê na vertical com a barriga contra o seu peito (posição barriga com barriga), da mesma maneira que você o carrega no colo, ou com o bebê numa posição diagonal ao seu corpo semelhante a que você usa para amamentár ou deitar ele no colo. As mesmas posições são as preferidas nos carregadores, wrap, meitai e pouch. Você sempre deve ser capaz de ver a cabeça e o rostinho do bebê sem ter que abrir o sling para isso, e ele deve sempre ser capaz de respirar livremente e com facilidade, com o pescoço reto e cabeça em posição neutra (não encostando o queixo no peito). Mais uma vez, essas posições embora necessitem de alguma prática , são possíveis em qualquer sling que seja seguro.



O que você não deve fazer é carregar o bebê numa posição horizontal contra o seu quadril ou esmagado embaixo dos seus seios, mas é o que alguns carregadores forçam a fazer. Eles podem ter uma abertura com elástico, uma secção triangular e uma base rígida. As vezes para criar uma falsa seguranças ele vem com cintos para manter o bebê na posição correta. Esses carregadores são conhecidos como “Baby Bags” ou “Sling Bags” e apresentam diversas falhas no seu  projeto.
  • Primeiro, cortaram o acesso visual ao bebê com as laterais elásticas. É impossível ver o rosto do bebê a não ser que você segure as laterais abertas. Por ser assim fechado pode acumular dióxido de carbono no seu interior, reduzindo o consumo de oxigênio do bebê.
  • Em segundo lugar a base rígida não permite que o tecido molde de acordo com o corpinho do bebê e cria o perigo real do bebê “rolar” para o lado. Isso pode ser perigoso se o bebê rolar para o lado do corpo de quem o carrega, ainda que o carregador tenha uma “malha respirável” cria um risco de sufocamento.
  • Terceiro, o formato curvo da bolsa força o recém nascido a ficar com o queixo encostado no peito. No recém nascido a via aérea é muito estreita – mais ou menos do diâmetro de um canudo – e se o queixo fica encostado no peito isso pode comprimir a via aérea reduzindo ou até mesmo interrompendo o fluxo de ar. Isso se chama “asfixia posicional” e ocorre em qualquer dispositivo usado com o bebê que empurre a cabeça para frente como bebês conforto, carrinhos, assentos de carro infantis, carrinhos que ficam na posição vertical que não são para recém nascidos e balanços.
  • Em quarto lugar, o cinto de segurança que vem em alguns desses carregadores cria uma falsa segurança, pois bloqueia o bebê em uma posição desconfortável, instável e leva a pessoa que está carregando a acreditar que o bebê está seguro embora ele não possa ser visto.
  • Em quinto lugar, a grande maioria desses carregadores afirmam ser de tamanho único e que veste bem em todos, mas eles são muito grandes para uma mulher de tamanho médio vestir, e mesmo quando bem ajustado o bebê fica no nível do quadril enterrado no tecido.
  • Sexto e menos importante para o bebê, o ajuste limitado e a faixa muitas vezes estreita provoca desconforto para quem usa.
Alguns modelos de “baby bags”:































  
 Para avaliar a segurança do seu sling tenha isso em mente:
  1. Você deve ser capaz de enxergar o rosto do seu bebê e verificar ele com facilidade sem ter que ficar abrindo o tecido.
  2. O carregador deve imitar a maneira como você carrega o bebê nos seus braços, se não deve pelo menos manter o bebê numa posição que deixe sua via aéra aberta.
  3. Deve ser fácil de conseguir deixar o bebê em uma posição segura sem ter que ficar tirando para ajustar fivelas ou outros dispositivos do tipo.
  4. O carregador deve caber bem no seu corpo e manter o bebê alto a apertado contra o seu peito, não em baixo nos seus quadris.
Então, seu sling é seguro? Se ele se encaixa nos critérios acima e você está seguindo as instruções que vieram com ele, ele deve ser. Por mais bem feito que seja o sling ele não será seguro se você não estiver familiarizado para usá-lo com segurança. O mais simples pedaço de pano pode ser o mais seguro se usado corretamente (os carregadores mais elaborados como os “baby bags” são os menos seguros). Infelizmente as grandes empresas que fabricam esses “baby bags” não tem reconhecido o perigo que eles estão criando, apesar de terem sido notificados em 2006 que asfixia posicional e sufocamento foram uma preocupação (veja em: http://babyslingsafety.blogspot.com o trabalho de M´liss Stelzer uma enfermeira que realizou alguns testes informais com as principais marcas de “baby bags”). Três mortes foram agora conhecidas por terem ocorrido nesse tipo de carregador, uma família está abrindo um processo. O CPSC vai emitir um aviso, porém ainda não houve um recall o que ao meu ver é deplorável.
Mais informações podem ser encontradas em (todos os sites em inglês):
Por fim a segurança do seu bebê é sua responsabilidade, mas se você está começando com um carregador inseguro isso obviamente terá impacto no seu sucesso. Se você tiver qualquer dúvida quanto a segurança do seu carregador entre em contato com o fabricante ou com algum grupo de babywearing perto de você. A advertência da CPSC discute o bom posicionamento do bebê no carregador, embora não distigua entre os estilos de slings, é importente notar que é praticamente impossível carregar um recém nascido numa posição segura usando um “baby bag”.
Fiz até um cartão de visitar que você pode imprimir para ajudar aqueles que não conhecem sobre os diferentes tipos de carregadores se informarem a respeito, se você quiser pode imprimir e levar com você (em inglês). Clique aqui.

O texto é da Jan e  foi extraído e traduzido da página: http://www.sleepingbaby.net/safety.php
Tradução: Marilia Mercer


NOTA: O CPSC é como o PROCOM dos Estados Unidos (U.S. Consumer Product Safety Commission)


Atenção!

Apesar de vários pedidos que nós da Carinho & Aconchego já recebemos de slings alcochoados, com "suporte para a cabeça do bebê" (base rígida), laterais elásticas, etc, apenas produzimos slings 100% fibra natural (algodão). O tecido 100% algodão se molda à curvatura do bebê. É ergonômico. O que um "baby bag" não é. E, apesar de produzirmos em "tamanho único", nossos slings têm ajustes de até 30 cm.  Ainda assim, também produzimos sob encomenda em casos onde a pessoa que vai utilizar o sling necessite de um tamanho diferenciado (menor ou maior).

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Segurança para seu bebê!

slingOK
Para participar é só copiar o selo e o texto e colar no seu blog! 

Texto do site www.slingseguro.wordpress.com:

“Queridas mães, mulheres, amigas e leitoras do Blog.
Numa lista de discussão super crítica e do bem surgiu uma preocupação muito grande sobre a grande “onda” de fabricação aleatória de carregadores ou babywearing ou os famosos slings…
Algumas mães que estão atentas e que utilizam os carregadores há bastante tempo, têm se espantado com a péssima qualidade do tecido e das argolas comercializadas por aí…
O preço geralmente muito abaixo e o risco altissímo.
Um carregador mal feito pode colocar a vida do bebê em risco.
Devemos ficar muito atentas à qualidade do tecido, das argolas e especialmente ao fabricante!
Não compre gato por lebre! Pesquise muito antes de comprar seu sling e nesse quesito não economize.
O carregador adequado pode ser utilizado por muito tempo e vale cada centavo do investimento!

Informações IMPORTANTES aqui:  SLING SEGURO
Por isso, mamães fiquem espertas e de olho aberto!
Peçam orientação, pesquisem, questionem o material e o modo correto de usufruir dos imensos benefícios do carregador!
Quem quiser aderir à blogagem, pode copiar o selinho e espalhar este alerta!
Diga não aos slings fakes!!! Vamos espalhar informação de qualidade!”

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Comparação entre cangurus convencionais e carregadores de bebê ergonômicos

Atualmente muitas marcas conhecidas de puericultura oferecem ao público carregadores de bebês como mochilas (também conhecido no Brasil como canguru) de “nova geração” (BabyBjörn, Chicco, Bebé Confort, Jané, Graco..).

Nas mochilas tradicionais a posição não é ergonômica nem pro bebê, nem para quem o carrega.
Nas mochilas tradicionais a posição não é ergonômica nem pro bebê, nem para quem o carrega.
As principais diferenças entre estes e os carregadores de bebê tadicionais e ergonômicos descritos nestas páginas são as posturas adotadas pelo bebê neles. Se observarmos um bebê em uma destas mochilas (cangurus), podemos constatar que a postura da cadeira (onde o bebeê senta) não é correta. Habitualmente observamos que as pernas do bebê ficam penduradas em relação ao resto do corpo, e não dobradas no estilo “rã” (postura que favorece o desenvolvimento das articulações dos quadris). Com as perninhas penduradas, o peso do bebê é fica apoiado diretamente na zona genital ao invés do seu bumbum, e sua coluna adquire uma postura não-fisiológica.

Exemplo de mochila ergonômica: a bacia em posição correta, joelhos mais altos que os quadris, o bebê não fica pendurado pois o carregador o sustenta totalmente.
A postura de “rã” consiste em levar o bebê no colo com as pernas abertas em cerca de 45° em relação ao eixo corporal (abertura total entre as pernas de 90°), e o quadril flexionado de maneira que os joelhos fiquem à uma altura ligeiramente superior ao bumbum. Isso permite que a cabeça do fêmur fique perfeitamente encaixada dentro da articulação do quadril e é a posição fisiologicamente correta, é uma postura ótima, e previne problemas posteriores desta articulação. Esta técnica de encaixamento ajuda a resolver casos de displasia de quadril leves.
Uma boa maneira de saber se um bebê está bem colocado (ou está em um bom carregador de bebê) é se os pés são vistos pelo outro lado.. na posição frontal (barriga-barriga) se vê por trás e no quadril vê-se pelo lado oposto.
Exemplo de mochila tradicional: as pernas do bebê não ficam corretamente posicionadas, o peso do bebê recai unicamente sobre sua zona genital.
Exemplo de mochila tradicional: as pernas do bebê não ficam corretamente posicionadas, o peso do bebê recai unicamente sobre sua zona genital.
Existem também slings “de nova geração” que podemos encontrar facilmente no mercado, nos quais se pode colocar o bebê em posição sentado, como os slings de argolas (ring slings) ou o pouch sling. Nestes slings consegue-se uma posição correta para o bebê, porém se o ajuste não for correto o bebê pode ficar muito baixo, podendo causar incômodo e dores para quem carrega.
Além disso, nas fotografias promocionais destas mochilas mais comerciais sempre aparecem os bebês olhando para a frente. Esta postura é totalmente contra-indicada. Esta posição obriga o bebê a curvar a coluna na posição contrária à fisiológica, ficando mais ereta, e o deixa exposto à uma infinidade de estímulos diretos, sem possibilidade de proteção, uma vez que não pode se virar. Outro fato é o incômodo para quem está carregando, já que o bebê tende a posicionar sua coluna e separar seu corpo de quem o leva e altera o centro de gravidade do mesmo, obrigando-lhe a modificar sua postura correta com consequentes problemas nos ombros e coluna e sobrecarga do assoalho pélvico.
A únicas vantagem que encontramos neste tipo de carregadores mais convencioais é a facilidade de encontrar em qualquer loja de puericultura. As lojas especializadas em produtos para bebês têm buscado responder a uma demanda do mercado, mas em nossa opinião, sem observar muito os aspectos mais importantes (ergonomia para o bebê e quem o carrega). Por outro lado, estas mochilas e slings geralmente podem ser usados por pouco tempo, já que logo se tornam incômodas para quem as usa. Em resumo, pode-se dizer que apesar de apresentar modernos e atrativos designs, ainda lhes faltam muitos aspectos para melhorar, que os carregadores tradicionais já traziam “de série”.
Posição correta de um carregador de bebês: curva da coluna em C, pernas em M e joelhos mais altos que o quadril.
Posição correta de um carregador de bebês: curva da coluna em "C", pernas em "M" e joelhos mais altos que o quadril.
Posição ERRADA em um carregador de bebês: bebê olhando para a frente, pernas penduradas forçando os quadris, coluna reta e bebê muito baixo.
Posição ERRADA em um carregador de bebês: bebê olhando para a frente, pernas penduradas forçando os quadris, coluna reta e bebê muito baixo.
Sobre a Red Canguro:

A Red Canguro, Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em novembro de 2008, com a finalidade de incentivar o uso de carregadores de bebê entre mães, pais, e qualquer pessoa interessada, difundir informação relacionada, servir como contato e apoio para pessoas que desejam iniciar no mundo dos carregadores de bebê, incentivar o encontro e intercâmbio de informações e experiências entre usuários, aumentar o nível de conhecimento sobre carregar bebês em espanhol e incentivar e difundir a criança com afeição. Para maiores informações sobre o tema visite: www.redcanguro.org
Tradução: Andreza Espi.
Fonte: Red Canguro
>> Complementando…
com uma notícia que está em alta: e o sling da Cláudia Leitte???

Bolsa da Cláudia Leitte
Bolsa da Cláudia Leitte

Bem, o sling da Cláudia Leitte, embora seja um carregador de tecido é estruturado, ele tem uma base no fundo e isto faz com que ele não seja ergonômico para o bebê. Sua “base” impede que o tecido se molde à coluna do bebê e ocasiona num mal posicionamento da cabeça com relação ao pescoço.. isso prejudica a respiração. Além disso geralmente não permite um ajuste de altura bom, costuma ficar muito baixo forçando a coluna de quem o carrega. Pra deixar claro: SLING é todo carregador de pano, não-estruturado e ERGONÔMICO. Precisa atender estes 3 requisitos para ser um sling!

Fonte: Mania de Sling by Dida

Obs: Agradeço a Dida por permitir a reprodução desta postagem aqui no site Carinho & Aconchego.

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